sábado, 11 de outubro de 2014

UESPI irá realizar pesquisa de novo tratamento para o Transtorno Obsessivo Compulsivo – TOC


Por: Aldenice Sousa
O Laboratório de Neurociência Cognitiva da Universidade Estadual do Piauí- UESPI, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e o Centro Integrado de Reabilitação-CEIR, vai desenvolver uma pesquisa em neurociências para avaliar a eficácia de um novo tratamento para portadores do Transtorno Obsessivo- Compulsivo, comumente chamado de TOC.



Prof. Ms.Eleonardo Rodrigues,  Coordenador do Laboratório de Neurociência Cognitiva
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo se caracteriza pela ansiedade e frequência de pensamentos negativos, que se transformam em rituais repetitivos, como lavar as mãos de forma excessiva, por exemplo. Estudos apontam que o transtorno afeta cerca de 2% da população. O TOC não possui uma causa especifica, podendo estar associado a problemas de saúde na infância, à genética ou a outros fatores. O Prof. Ms. Eleonardo Rodrigues, Docente do Curso de Psicologia e Coordenador do Laboratório de Neurociência Cognitiva (LaboNC), está há dois anos à frente da pesquisa de doutoramento “A Avaliação da Ressonância Magnética na Mensuração do Efeito da Psicoterapia no TOC”. O LaboNC conta com doze profissionais envolvidos na pesquisa com pacientes, que terá duração de três meses.
Atualmente o modelo de melhor evidência de terapia empregado consiste na exposição e prevenção de respostas.  O novo tratamento, sugerido pela pesquisa, tem por objetivo oferecer ao paciente com TOC uma maneira mais realística de avaliar seus próprios pensamentos de forma a ampliar e reestruturar suas crenças sobre o TOC possibilitando a modificação de estruturas cerebrais mantenedora do transtorno. “Durante o período de pesquisa, pretendemos comparar as duas formas de terapia, a de exposição e a cognitiva processual, mediante o emprego de neuroimagem, como a ressonância magnética, antes e após o tratamento com o objetivo de ajudar as pessoas que sofrem com esse transtorno”, conclui Eleonardo Rodrigues.
O Laboratório de Neurociência Cognitiva do Curso de Psicologia da UESPI está selecionando 96 voluntários para a pesquisa. Os interessados, entre 18 e 60 anos, devem apresentar sintomas excessivos de obsessão (pensamentos invasivos) e/ou compulsão (rituais, comportamentos repetitivos) ou diagnóstico de TOC há pelo menos um ano. Os participantes receberão tratamento psicoterápico gratuito durante três meses, uma vez por semana, que será realizado no Serviço Escola do Centro de Ciências da Saúde da UESPI (Antiga Escola Amazonas) na Rua Lucídio Freitas, 2791. Porenquanto – Teresina.
Caso haja interesse em participar da pesquisa entrar em contato com os pesquisadores Wilson pelos fones (86) 9978-9175, Pedro 8817-9159 ou pelo e-mail eleonardopr@hotmail.com ou ainda comparecer ao Serviço Escola do CCS/UESPI (3221-4948).
Para mais informações sobre o TOC acesse: http://www.protoc.com.br/ e sobre a Terapia Processual: http://trial-basedcognitivetherapy.com/.


Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398

Link da matéria original:

UESPI irá realizar pesquisa de novo tratamento para o Transtorno Obsessivo Compulsivo – TOC

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Ensaio Clínico (Pesquisa Experimental Sobre TOC na UESPI)



NOTA SOBRE PESQUISA
Pesquisa sobre TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo)

O Laboratório de Neurociência Cognitiva do Curso de Psicologia da UESPI em parceria com o CEIR e Secretaria Municipal de Saúde, recruta 96 voluntários para pesquisa em neurociências que busca avaliar a eficácia de um novo modelo de psicoterapia cognitiva (processual) em comparação à comportamental (exposição e prevenção de respostas) no tratamento de pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) utilizando o exame de neuroimagem (ressonância magnética do cérebro) antes e após as intervenções dos tratamentos psicológicos.

Os interessados, entre 18 e 60 anos, devem apresentar sintomas excessivos de obsessão (pensamentos invasivos) e/ou compulsão (rituais, comportamentos repetitivos) ou diagnóstico de TOC há pelo menos um ano. Os participantes receberão tratamento psicoterápico gratuito durante três meses, uma vez por semana, que será realizado no Serviço Escola do Centro de Ciências da Saúde da UESPI
(Antiga Escola Amazonas) na Rua Lucídio Freitas, 2791. Porenquanto – Teresina.

Para se candidatar, é necessário entrar em contato com os pesquisadores Wilson pelos fones (86) 9978-9175, Pedro 8817-9159 ou pelo e-mail eleonardopr@hotmail.com ou também comparecer ao Serviço Escola do CCS/UESPI (3221-4948) nas terças, quintas e sábados, das 8 às 10 horas, e falar com a psicóloga Myrla ou com o coordenador da pesquisa Prof. Ms. Eleonardo Rodrigues.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Certificação de Terapeutas Cognitivos no Brasil pela FBTC

TERAPEUTAS CERTIFICADOS PELA FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TERAPIAS COGNITIVAS
 



A Federação Brasileira de Terapias Cognitivas apresenta com orgulho a lista dos primeiros terapeutas cognitivos certificados no Brasil. Tal ação representa o início de um processo longo de aprimoramento e melhoria na qualidade dos serviços prestados pelos profissionais à população brasileira como um todo.
A partir de 2015, outros terapeutas cognitivos poderão se certificar, mediante prova de conhecimentos e de títulos. A próxima oportunidade será em abril de 2015 no nosso Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas, em Porto de
Galinhas – PE. Convidamos a todos a fazerem parte deste importante marco para a história das Terapias Cognitivas no Brasil.

Fonte:
http://www.fbtc.org.br/

domingo, 29 de junho de 2014

O perigo do bullying na escola

Pesquisa da Unifesp aponta que 13% das crianças sofrem com o problema

No mês de maio, o II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) divulgou uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que aponta o agravamento de um comportamento não moderno, mas que somente agora está tendo a devida atenção: o bullying. Conforme o levantamento, 13% das crianças e adolescentes em ambiente escolar sofrem com as agressões físicas e verbais. Se antes era apenas uma brincadeira infantil, hoje a questão é tratada, com razão, como algo grave e capaz de provocar traumas relevantes.
A psicóloga Carolina Lisboa, que coordena um grupo de pesquisa “Relações Interpessoais e Violência”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), ressalta que a criança emite sinais de que está sofrendo com o bullying. “Geralmente elas se tornam mais agressivas, mais reativas e assustadas. O fato de não querer ir mais à escola também deve ser levado em consideração pelos pais e professores”, destaca a profissional. Para Carolina, o papel da escola e dos pais é fundamental nestes casos, não somente na identificação, mas também na conscientização dos agressores sobre a violência, já que as crianças, na maioria das vezes, não possuem ciência do mal que podem estar provocando.  “Uma criança nova na escola, com a aparência diferente, com cravos e espinhas no rosto, tudo pode ser motivo para piada, para o bullying. O papel das escolas e dos pais é alertar as crianças sobre o conceito de justiça, para que elas se coloquem no lugar do agredido. É preciso colocar limites, não de forma autoritária, mas de uma forma clara”, aconselha a psicóloga.  Por outro lado, a tarefa de conscientização também precisa ser realizada com os professores, já que muitos têm preconceito com a questão, acham que é bobagem ou “coisa de criança”.
A profissional explica que, se o bullying é antigo, ele se reinventa constantemente. A modalidade que mais tem chamado a atenção dos profissionais, segundo Carolina, é o chamado “cyberbullying”, que é a agressão cometida com o auxílio das ferramentas de tecnologia da informação, com destaque para as redes sociais. “São agressões graves realizadas através de torpedos, montagens de fotos, e-mails anônimos, entre outros”, afirma.
SeminárioCom o intuito de trazer o debate sobre o assunto para o âmbito escolar acontece no dia 6 de novembro, no Centro de Eventos do Hotel Pestana, em Curitiba/PR, o 1º Seminário Brasileiro de Processos Cognitivos nas Escolas. “É uma iniciativa muito importante e inédita. Trazer o tema para profissionais da educação é fundamental”, aponta Carolina. Além do bullying, o seminário abordará drogas, DSTs, saúde mental e violência doméstica e seus reflexos no âmbito escolar.


Serviço1º Seminário Brasileiro de Processos Cognitivos nas Escolas
Data: 6 de novembro de 2014
Local: Centro de eventos do Hotel Pestana - Rua Comendador Araújo, 499, Curitiba/PR 
Mais informações e inscrições no site www.concriad.com.br/site/seminario ou através do e-mail contato@concriad.com.br.

 Fonte:

Diego Rosinha
Mtb. 13096

terça-feira, 20 de maio de 2014

O que é metacognição?



A metacognição sugere que você entre em contato com o conhecer do seu conhecer.

Ao olharmos para nós mesmos como aprendizes, temos a oportunidade de rever e ressignificar nossas representações, nossos conhecimentos, nossas ações.

Ao aprender a aprender tenho a chance de perceber minhas dificuldades e facilidades atuais e a oportunidade de avançar em direção a novas e melhores conquistas.

A metacognição propõe o olhar em direção aos processos cognitivos, isto é, a como aprendemos o que aprendemos.

Fonte:
(www.metacognicao.com.br)
Você encontrará nesse site artigos, livros e uma ótima oportunidade de aprofundar seu conhecimento sobre esse tema!