Nossa proposta é favorecer um diálogo entre psicologia e neurociências compreendendo o objeto de estudo de cada disciplina, destacando o processo de interseção e das possibilidades e limites dessas áreas de conhecimento. Terapias cognitivas, neurociência cognitiva, filosofia da mente, hipnose e meditação terapêuticas, ei-nos aqui!
terça-feira, 11 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Educação Inclusiva
A Educação Inclusiva é um processo que amplia a participação de todos os estudantes – sem distinguir condições físicas, mentais, sociais, de raça, cor ou credo – nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade dos alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium – IDDC) sobre a Educação Inclusiva, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:
- Reconhece que todas as crianças podem aprender;
- Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição);
- Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças;
- Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;
- É um processo dinâmico que está em evolução constante;
- Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.
Você que é professor, estudante, pesquisador ou quer apenas conhecer mais sobre esse assunto tão importante para uma boa convivência acadêmica, pode fazê-lo baixando os livros gra tuitamente para ler quando e onde quiser. São 11 opções, veja só:
- “O PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: FORMAÇÃO, PRÁTICAS E LUGARES” – MIRANDA, T. G.; GALVÃO FILHO, T. A. (Org.).
- “PESQUISA NACIONAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA” – GALVÃO FILHO, T. A., GARCIA, J. C. D.
- “AS TECNOLOGIAS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS” – GIROTO, C. R. M.; POKER, R. B.; OMOTE, S.. (Org.).
- “EDUCAÇÃO INCLUSIVA, DEFICIÊNCIA E CONTEXTO SOCIAL: QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS” – GALVÃO, N. C. S. S.; MIRANDA, T. G.; BORDAS, M. A.; DIAZ, F (Org.).
- “ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR” – PIMENTEL, S. C. (Org.).
- “TECNOLOGIA ASSISTIVA” – COMITÊ DE AJUDAS TÉCNICAS/SDH/PR.
- “TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA UMA ESCOLA INCLUSIVA: APROPRIAÇÃO, DEMANDAS E PERSPECTIVAS” – GALVÃO FILHO, T. A.
- “TECNOLOGÍA ASISTIVA EN ENTORNO INFORMÁTICO: RECURSOS PARA LA AUTONOMÍA E INCLUSIÓN SOCIOINFORMÁTICA DE LA PERSONA CON DISCAPACIDAD” – GALVÃO FILHO, T. A.; DAMASCENO, L. L.
- “TECNOLOGIA ASSISTIVA NAS ESCOLAS: RECURSOS BÁSICOS DE ACESSIBILIDADE SÓCIO-DIGITAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA” – Instituto de Tecnologia Social – ITS BRASIL (Org.).
- “INCLUSÃO DIGITAL E SOCIAL DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA” – GALVÃO FILHO, T. A.; HAZARD, D.; REZENDE, A. L. A.
Todos os livros são gratuitos e podem te ajudar a ver o mundo de um jeito diferente.
(Agradecimentos a pesquisadora Marta Moscheto pelas informações)
Fonte:
Blog Metacognição
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Neurociência e Psicologia: como o cérebro constrói a mente?
16 de Julho de 2015
III Seminário Internacional discute a importância da inclusão no processo de ensino aprendizagem
Camila Oliveira
O segundo dia do III Seminário
Internacional de Pesquisa, Teoria e Prática Educacional discutiu a
existência da diversidade e a necessidade de aceitação e igualdade no
processo de ensino aprendizagem. As três palestras, que aconteceram no
auditório central do Campus Torquato Neto, da Universidade Estadual do
Piauí (UESPI), na manhã de quinta-feira (16/07), abordaram temas
distintos, mas todos convergiam para esses pontos em comum. Os
palestrantes do dia foram os professores Ms. Eleonardo Rodrigues, Ms.
Maria das Dores Pereira e Ms. Luiz Claudio Nóbrega. Além das palestras, o
segundo dia do evento contou com com apresentações de dança do grupo
teresinense Cordão, que remeteu à cultura regional inspirado na lenda do
Cabeça de Cuia.
A palestra de Eleonardo Rodrigues,
professor de psicologia da UESPI, intitulada “A emergência da mente no
cérebro: das neurociências às ciências cognitivas”, discutiu como a
mente afeta o corpo. Em sua palestra, o professor mostrou que cérebro e
mente são a mesma coisa, mas não têm as mesmas funções. “O gelo é outra
propriedade da água, mas não é outra substância. Assim é a mente: uma
outra propriedade do cérebro, mas não são coisas diferentes”, comparou
Eleonardo. O professor falou ainda, sobre a neurociência cognitiva, que
estuda como as experiências sensoriais que acumulamos ao longo da vida
afetam nosso aprendizado, mostrando que o conhecimento que adquirimos
vai além da atuação do sistema nervoso. O docente expôs que as situações
que vivemos nos diferenciam e que devemos valorizar o que cada pessoa
faz de melhor.
“Incluindo os alunos com necessidades
especiais no processo de ensino aprendizagem” foi o tema do discurso da
professora Maria das Dores Pereira, representante da Secretaria de
Educação e Cultura do Piauí (SEDUC/PI). Ela apontou a necessidade de
transformar o sistema educacional. “Todos temos direito à igualdade, mas
acima disso temos também o direito à diversidade. Está aí a base da
inclusão”, afirmou a professora. Ela apresentou recursos que são
utilizados na educação inclusiva e mostrou que é preciso instruir os
educadores na utilização dos mesmos, pois, segundo ela, há escolas onde
as ferramentas existem, mas os professores não sabem usar.
Representante da SEDUC, Maria das Dores fala sobre a necessidade de transformar o sistema educacional
O professor de matemática da
Universidade Federal do Piauí (UFPI), Luiz Claúdio Nobrega, discorreu
sobre “Educação das pessoas surdas. Ensino-Aprendizagem de matemática
para alunos surdos com o uso de LIBRAS”. Luiz Claúdio é surdo e se
comunica através da língua de sinais. Sua palestra contou com a presença
do professor intérprete de Libras, Clevis Lima. “O aluno surdo não
precisa de calculadora, por exemplo. Ele pode aprender através dos
sinais e ainda assim, achar a matemática interessante”, destacou Luiz. O
professor da Universidade Estadual de Nova York, Alfred Daniel
Frederick, conduziu o evento.
Seminário também contou com o palestrante Luiz Claúdio que é surdo e se comunica através da língua de sinais
Todas as palestras contaram com
tradutores de Libras para as pessoas surdas que estavam presentes. O III
Seminário Internacional de Pesquisa, Teoria e Prática Educacional
termina amanhã (17/07) e terá mais palestras, além de minicursos. O
evento é realizado através da Diretoria de Relações Internacionais
(DRI/UESPI).
Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Clique no link abaixo para ver a matéria:
III Seminário Internacional de Pesquisa, Extensão e Educação da UESPI
Fonte: ascom/uespi
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Cérebro leva apenas 300 milésimos de segundo para gerar lembrança, diz estudo
Apenas 300 milésimos de segundo são o
suficiente para o cérebro humano gerar uma lembrança, o tempo que os
"neurônios de conceito" levam para relacionar imagens, segundo uma
recente descoberta de cientistas argentinos.
A nova aproximação do mistério da memória humana chega pelas mãos dos argentinos Rodrigo Quian Quiroga, diretor do Centro de Neurociência Sistêmica da Universidade de Leicester na Grã-Bretanha, e Hernán Rei, que acabam de publicar a descoberta na revista "Current Biology".
A nova aproximação do mistério da memória humana chega pelas mãos dos argentinos Rodrigo Quian Quiroga, diretor do Centro de Neurociência Sistêmica da Universidade de Leicester na Grã-Bretanha, e Hernán Rei, que acabam de publicar a descoberta na revista "Current Biology".
"Em geral, a formação da memória envolve
uma associação de conceitos. Por exemplo, 'lembro de ter me encontrado com um
amigo quando fui ao cinema' implica dois conceitos: 'um amigo' e 'fui ao
cinema', que se associam para formar uma nova memória que é a de ter encontrado
um amigo no cinema", explicou à Efe Quian Quiroga.
"Já há um tempo demonstramos que há neurônios no cérebro que codificam conceitos. Esses neurônios o cérebro usa para formar memória e têm um tempo de disparo", esclareceu, em conversa telefônica da Grã-Bretanha.
"Assim que o estímulo sensorial - como ver uma pessoa - chega, 300 milésimos de segundo depois esse neurônio dispara (um impulso) e esse é o tempo durante o qual o neurônio é ativado para a formação da memória", continuou.
O fenômeno é diferente de outros processos cognitivos - como, por exemplo, decidir sobre pegar um táxi ou ir de ônibus ou prestar atenção a algo que te emociona - já que envolvem outros neurônios, em outras regiões do cérebro, e outros tempos.
Quian Quiroga e sua equipe estudam a resposta do cérebro em pacientes candidatos à cirurgia por epilepsia, aos que avalia-se com eletrodos em várias áreas do cérebro que registram a atividade neuronal.
"Um eletrodo é como uma agulha que tem um milímetro de diâmetro, e permite escutar atividade dos neurônios, como se você introduzisse um microfone no cérebro de uma pessoa e pudesse ouvir", explicou Quian Quiroga.
A memória está distribuída em várias partes do cérebro, não há um lugar específico que funcione como "baú das lembranças", mas sim uma área específica envolvida em sua construção - o hipocampo.
"Se não temos essa área, não podemos gerar novas memórias, há muitas evidências na neurociência, mas principalmente sabemos disso por um paciente que não tinha hipocampo e não conseguia ter novas lembranças", acrescentou o cientista.
"É muito parecido com o caso do filme 'Amnésia' (Christopher Nolan, 2000). De fato, foi baseado nesse paciente. É uma pessoa que tudo que acontece com ele não pode guardar na memória, todas as coisas que lhe acontecem caem diretamente no esquecimento", prosseguiu.
No hipocampo estão localizados os "neurônios de conceito", especializados nesse tipo de codificações por sua hierarquia nos processos cognitivos.
Pela descoberta dos "neurônios de conceito" é preciso agradecer a Quian Quiroga e, de certa forma, à atriz americana Jennifer Aniston.
"O primeiro neurônio de conceito que encontrei, que as pessoas chamam de 'neurônio de Jennifer Aniston', foi batizado assim justamente porque eu mostrava várias fotos de Jennifer Aniston e o neurônio respondia e se mostrava fotos de qualquer outra pessoa, por exemplo, de Julia Roberts, não fazia", apontou.
Também encontrou outros neurônios que respondiam a Halle Berry, Oprah Winfrey e outros personagens famosos da cultura americana há uma década, já que a pesquisa aconteceu na universidade de UCLA de Los Angeles, o ano em que Aniston estava na crista da onda da popularidade pela exibição da última temporada de "Friends".
Quiroga não fica incomodado que sua grande descoberta tenha entrado para a história da ciência como "o neurônio de Jennifer Aniston". Para o pesquisador, "é divertido".
As descobertas não servirão por enquanto para curar doenças como o Alzheimer, porque ainda há um longo caminho para entender totalmente como funcionam os mecanismos da memória.
"O cérebro não é apenas o grande desconhecido do corpo humano, mas do universo. Como ele funciona continua sendo um dos enigmas da ciência. Quando se pergunta a um cientista quais são as cinco grandes perguntas de nossa época, uma certamente vai ser o funcionamento do cérebro", concluiu.
"Já há um tempo demonstramos que há neurônios no cérebro que codificam conceitos. Esses neurônios o cérebro usa para formar memória e têm um tempo de disparo", esclareceu, em conversa telefônica da Grã-Bretanha.
"Assim que o estímulo sensorial - como ver uma pessoa - chega, 300 milésimos de segundo depois esse neurônio dispara (um impulso) e esse é o tempo durante o qual o neurônio é ativado para a formação da memória", continuou.
O fenômeno é diferente de outros processos cognitivos - como, por exemplo, decidir sobre pegar um táxi ou ir de ônibus ou prestar atenção a algo que te emociona - já que envolvem outros neurônios, em outras regiões do cérebro, e outros tempos.
Quian Quiroga e sua equipe estudam a resposta do cérebro em pacientes candidatos à cirurgia por epilepsia, aos que avalia-se com eletrodos em várias áreas do cérebro que registram a atividade neuronal.
"Um eletrodo é como uma agulha que tem um milímetro de diâmetro, e permite escutar atividade dos neurônios, como se você introduzisse um microfone no cérebro de uma pessoa e pudesse ouvir", explicou Quian Quiroga.
A memória está distribuída em várias partes do cérebro, não há um lugar específico que funcione como "baú das lembranças", mas sim uma área específica envolvida em sua construção - o hipocampo.
"Se não temos essa área, não podemos gerar novas memórias, há muitas evidências na neurociência, mas principalmente sabemos disso por um paciente que não tinha hipocampo e não conseguia ter novas lembranças", acrescentou o cientista.
"É muito parecido com o caso do filme 'Amnésia' (Christopher Nolan, 2000). De fato, foi baseado nesse paciente. É uma pessoa que tudo que acontece com ele não pode guardar na memória, todas as coisas que lhe acontecem caem diretamente no esquecimento", prosseguiu.
No hipocampo estão localizados os "neurônios de conceito", especializados nesse tipo de codificações por sua hierarquia nos processos cognitivos.
Pela descoberta dos "neurônios de conceito" é preciso agradecer a Quian Quiroga e, de certa forma, à atriz americana Jennifer Aniston.
"O primeiro neurônio de conceito que encontrei, que as pessoas chamam de 'neurônio de Jennifer Aniston', foi batizado assim justamente porque eu mostrava várias fotos de Jennifer Aniston e o neurônio respondia e se mostrava fotos de qualquer outra pessoa, por exemplo, de Julia Roberts, não fazia", apontou.
Também encontrou outros neurônios que respondiam a Halle Berry, Oprah Winfrey e outros personagens famosos da cultura americana há uma década, já que a pesquisa aconteceu na universidade de UCLA de Los Angeles, o ano em que Aniston estava na crista da onda da popularidade pela exibição da última temporada de "Friends".
Quiroga não fica incomodado que sua grande descoberta tenha entrado para a história da ciência como "o neurônio de Jennifer Aniston". Para o pesquisador, "é divertido".
As descobertas não servirão por enquanto para curar doenças como o Alzheimer, porque ainda há um longo caminho para entender totalmente como funcionam os mecanismos da memória.
"O cérebro não é apenas o grande desconhecido do corpo humano, mas do universo. Como ele funciona continua sendo um dos enigmas da ciência. Quando se pergunta a um cientista quais são as cinco grandes perguntas de nossa época, uma certamente vai ser o funcionamento do cérebro", concluiu.
FONTE:
INFO online. Coluna Notícias/Ciência em 22/02/2014.
(Agência EFE).
(http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/02/cerebro-leva-apenas-300-milesimos-de-segundo-para-gerar-lembranca-diz-estudo.shtml).
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Memória
Por José Edmilson Rodrigues
O que se faz
quando a memória
teima, vem
como um visgo
que não se rescinde,
grudada sempre
como uma repetição
trágica do que se
encontra encolhido
no coração,
é a lembrança
que continua
e não se reseta.
Acordada, descansa
em banho-maria.
É a memória acesa
tapeando o instinto.
Pois, tudo pode
ser esquecido.
Mas, é a memória
que força,
que tolha,
que bloqueia.
A memória,
a memória.
Fonte:
O Correio das Artes. Suplemento do Jornal A UNIÃO. João Pessoa, dezembro de 2014.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
X Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas de 15 a 18 de abril de 2015 em Porto de Galinhas - PE
A Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) tem a satisfação de convidá-los para o 10º Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas (CBTC), evento que ocorrerá de 15 a 18 de abril de 2015 no Hotel Summerville Beach Resort em Porto de Galinhas – PE.
O CBTC é o principal evento da área de Terapias Cognitivas no Brasil, e terá em 2015 sua décima edição com o tema “Presente e futuro das Terapias Cognitivas”. Como a diretriz da presente gestão da FBTC é a integração entre diferentes saberes e diferentes grupos que atuam nas terapias cognitivas e áreas afins, as interfaces entre a pesquisa e a prática receberão atenção especial neste congresso visando mapear o presente e prospectar o futuro. Diversos convidados nacionais e internacionais estão confirmando sua presença e será possível acompanhar estas confirmações via atualização neste site.
O CBTC estará completando seu décimo aniversário. Para tanto, além de uma rica programação científica está sendo preparada uma diversificada programação social/cultural. Venham fazer conosco este grande evento, apresentando seus trabalhos e aproveitando esta rica oportunidade de trocas ao longo destes quatro dias.
Este é um espaço para que todos possam acompanhar a evolução do programa científico,
O CBTC é o principal evento da área de Terapias Cognitivas no Brasil, e terá em 2015 sua décima edição com o tema “Presente e futuro das Terapias Cognitivas”. Como a diretriz da presente gestão da FBTC é a integração entre diferentes saberes e diferentes grupos que atuam nas terapias cognitivas e áreas afins, as interfaces entre a pesquisa e a prática receberão atenção especial neste congresso visando mapear o presente e prospectar o futuro. Diversos convidados nacionais e internacionais estão confirmando sua presença e será possível acompanhar estas confirmações via atualização neste site.
O CBTC estará completando seu décimo aniversário. Para tanto, além de uma rica programação científica está sendo preparada uma diversificada programação social/cultural. Venham fazer conosco este grande evento, apresentando seus trabalhos e aproveitando esta rica oportunidade de trocas ao longo destes quatro dias.
Este é um espaço para que todos possam acompanhar a evolução do programa científico,
conhecer os convidados confirmados, receber informações sobre submissão de trabalhos e realizarem suas inscrições, conhecer mais sobre Porto de Galinhas e seus atrativos.
Espero que explorem o site e inscrevam-se!
Estamos trabalhando compartilharmos um evento de alto padrão científico e de prazerosa interação social.
Sejam todos muito bem-vindos ao 10º CBTC.
Forte abraço,
Estamos trabalhando compartilharmos um evento de alto padrão científico e de prazerosa interação social.
Sejam todos muito bem-vindos ao 10º CBTC.
Forte abraço,
Dra. Carmem Beatriz Neufeld
Presidente do X CBTC
Presidente da FBTC ( 2011-2013/ 2013-2015)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Metacognição
A metacognição é o conjunto de
conhecimentos sobre os próprios conhecimentos, e de processos de percepção,
avaliação, regulação e organização dos próprios processos cognitivos. Ela pode ser pensada como cognições de segunda ordem: pensamentos sobre
pensamentos, aprender a aprender, conhecimentos sobre conhecimentos, reflexões
sobre ações [1]. É um conceito bastante relacionado ao de
funções
executivas.
Metacognição
e aprendizagem
A metacognição desempenha um
papel importante na aprendizagem por mediar
a percepção sobre os próprios erros e dificuldades tanto em relação a tarefas e
conteúdos como em relação a emoções e motivações, além do monitoramento e
avaliação do desempenho na tarefa e das estratégias mais eficientes de
realizá-la.
A atenção e orientação nos processos
metacognitivos permitiria ao indivíduo melhorar sua capacidade de aprender de
forma mais geral, por meio de processos de conscientização, monitoramento e
controle de seus processos cognitivos e ações.
FONTE:
WIKI CIÊNCIA DA EDUCAÇÃO (Acesso em 13/12/2014).
http://pt.cienciadaeducacao.wikia.com/wiki/Metacogni%C3%A7%C3%A3o
1. Célia Ribeiro. Metacognição: Um
Apoio ao Processo de Aprendizagem. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2003, 16(1),
pp. 109-116.
Assinar:
Postagens (Atom)