domingo, 27 de novembro de 2022

Como a mente funciona?

 Como as crianças aprendem sobre o mundo que as rodeia? Como tomamos decisões ou enfrentamos riscos? O que diferencia os gênios do comum dos mortais? Amor, confiança, sensibilidade, decepção, criatividade - quais os mecanismos por trás desses e de e outros processos que tomam conta de nossas mentes diariamente? Neste livro extraordinário, o psicólogo e cientista cognitivo Steven Pinker conduz o leitor com maestria por duas grandes teorias: o evolucionismo de Darwin e a moderna ciência cognitiva. Através do uso de exemplos do cotidiano e de uma argumentação lúcida, em estilo cativante e acessível, Pinker mostra como podemos estar bem próximos de uma das últimas fronteiras do conhecimento - a mente humana.


Steven Pinker. Como a mente funciona. Tradução: Laura Teixeira Motta. Ed. Companhia das Letras.

Steven Arthur Pinker.  "(Montreal18 de setembro de 1954) é um psicólogo e linguista canadense naturalizado norte-americano. Ele é professor da Universidade Harvard e escritor de livros de divulgação científica. Durante 21 anos Pinker foi professor no Departamento do Cérebro e Ciências Cognitivas do Massachusetts Institute of Technology antes de regressar a Harvard em 2003. Pinker completou o bacharelado em Psicologia da Universidade McGill no ano 1976, e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de Harvard em 1979. Pinker escreve sobre a linguagem e as ciências cognitivas em vários níveis, desde artigos especializados até publicações de divulgação científica. Ele é mais bem conhecido pela sua pesquisa da aquisição da fala e pelo seu trabalho sobre as noções de desenvolvimento inato da linguagem iniciadas por Noam Chomsky. No entanto, ao contrário de Chomsky, Pinker considera a linguagem uma adaptação evolutiva."

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Steven_Pinker


segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Racismo é uma coisa da minha cabeça ou da sua?

 Uma campanha das Comissões de Direitos Humanos do Sistema Conselhos de Psicologia

 

Quando lançou a Resolução CFP nº 18/2002, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) estabeleceu as normas de atuação para as(os) psicólogas(os) em relação ao preconceito e à discriminação racial, colocando em evidência a necessidade urgente de fazer enfrentamento a todas as formas de racismo e reafirmando o compromisso da autarquia na defesa dos direitos das populações historicamente oprimidas pelo racismo (com destaque às pessoas negras e indígenas).

Passadas quase duas décadas, o CFP e os Conselhos Regionais de Psicologia – por meio de suas Comissões de Direitos Humanos – lançam em 2020 a campanha “Racismo é coisa da minha cabeça ou da sua?”, tendo como objetivo registrar a história e a atuação do Sistema Conselhos de Psicologia em relação ao tema, bem como estabelecer novas contribuições a esse debate junto à categoria e à sociedade. Trata-se da “Campanha Nacional de Direitos Humanos” do “Sistema Conselhos de Psicologia” (2020-2022).

A campanha prevê uma série de ações que devem ser realizadas até dezembro de 2022. Entre elas, vídeos, podcasts, publicações e webinários temáticos. A ideia é contribuir para o aprimoramento do exercício profissional da categoria em seus mais diversos campos, considerando os temas do racismo contra a população negra e indígena, da branquitude e da interseccionalidade de raça, etnia, classe, gênero e deficiência.

Além disso, a campanha pretende incitar o debate sobre práticas psicológicas antirracistas, assim como promover reflexões sobre as relações étnico-raciais junto à sociedade, visando contribuir para a superação do racismo em diversos contextos sociais.

Fonte: Conselho Federal de Psicologia.

Clique no link abaixo e acompanhe os desdobramentos da campanha:

https://site.cfp.org.br/cfp/comissao-de-direitos-humanos/campanha/


quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas de 18 a 21 de abril de 2023 em Salvador - BA.

 O Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas (CBTC) é o principal evento da área de Terapias Cognitivas no Brasil, organizado pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC).


O evento ocorre anualmente, em diferentes cidades do país, e reúne profissionais e estudantes da área de saúde mental com o objetivo de divulgar a pesquisa, o ensino, a supervisão, a prevenção e a intervenção na área de Terapias Cognitivas, e, assim, possibilitar a troca de conhecimentos e experiências.

O próximo evento será realizado de 18 a 21 de abril de 2023, em Salvador -BA.

A programação é rica e variada, trazendo para o participante as mais recentes inovações na área, discussão de temas tradicionais e polêmicas que permeiam o dia a dia do terapeuta da TCC. Contamos com workshops e conferências internacionais, várias conferências dos Notáveis e inúmeras outras atividades. Além desta rica programação científica, estamos preparando uma diversificada programação social e cultural para os participantes.

Este é um espaço para que todos possam acompanhar a evolução do programa científico, conhecer os convidados nacionais e internacionais confirmados, receber informações sobre submissão de trabalhos e realizar as inscrições, além de conhecer mais sobre a cidade-sede e seus atrativos.

 

Acesse o link para conhecer a FBTC e se inscrever no Congresso:

https://www.fbtc.org.br/

terça-feira, 8 de novembro de 2022

Saúde mental dos professores deve ser prioridade o ano inteiro

A saúde mental é um tema debatido em campanhas pontuais como o Setembro Amarelo e o Janeiro Branco, por exemplo. Entretanto, precisamos colocar esse tema como prioridade o ano inteiro. No mês em que comemoramos o dia dos/as professores/as, a ADCESP vai promover uma série de reflexões sobre a valorização dos professores, iniciando com o debate sobre saúde mental. Pois os professores passam por situações adversas, seja no ambiente pessoal ou profissional, e isso pode refletir na qualidade da saúde mental, como explica o psicólogo clínico e professor de psicologia da UESPI, Eleonardo Rodrigues.

Clique no link abaixo para ler a matéria na íntegra: 



http://adcesp.com.br/2022/10/21/saude-mental-dos-professores-deve-ser-prioridade-o-ano-inteiro/